- Audiolibro
- 2022
- 51 min
- Janela Amarela Editora
Título
Era uma vez...
Descripción
Em Era uma vez… Julia Lopes de Almeida, leva o leitor para o mundo da fantasia. Uma bela princesa que perde a mãe ainda bebê é criada pelo pai com muito zelo e excesso de mimos. Crescendo neste mundo onde todas as suas vontades são atendidas a princesa torna-se cruel e egoísta. Um dia passeando pelo reino ouve três cegos falarem de seu comportamento abusivo. Revoltada, ela cria desafios impossíveis que eles deverão cumprir para salvar suas vidas.
Editora: Janela Amarela
Produtor: In Concert Produções
Narração: Inês Sol
Gravação e Mixagem: Kallut
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Detalles del producto
Editorial:
Autor:
Título:
Era uma vez...
narrado por:
Idioma:
PT
ISBN de audio:
9786585000130
Fecha de publicación:
12 de septiembre de 2022
Palabras clave:
literaturaclassicocontofantasíaprincesafabulaMoraljogos de poderliteratura classicaliteratura brasileiraCruel Amorhistórias da nossa TerraABLAcademia Brasileira de LetrasMemórias de MarthaficçaoFilinto de AlmeidaA IntrusaEles e ElasA Casa VerdeJúlia Lopes de Almeidaresgate literárioporjulia#porjulia
Duración
51 min
Tipo de producto
AUDIO
Explícito:
No
Audiodrama:
No
Unabridged:
Sí
Sobre el autor:
Julia Lopes de Almeida (1862- 1934) nasceu no Rio de Janeiro e morou em Campinas (SP) da infância até a juventude, onde, com o incentivo da família, publicou as primeiras crônicas, aos 20 anos, na Gazeta de Campinas. Sua produção literária é ampla, composta de crônicas, contos, peças teatrais, novelas e romances.
Julia era defensora da educação feminina, do divórcio e da abolição do regime escravocrata, temas presentes em suas obras.
Em 1887 casou-se com o poeta português Francisco Filinto de Almeida e tiveram seis filhos: Affonso (jornalista, poeta e diplomata), Adriano e Valentina (ambos falecidos na infância), Albano (desenhista e pintor), Margarida (escultora e declamadora) e Lucia (pianista).
Embora tenha sido uma das idealizadoras da Academia Brasileira de Letras, Julia não foi aceita entre seus membros pois o regimento da época só permitia homens. Mas foi reconhecida pela Academia Carioca de Letras que a homenageou com a cadeira 26, sendo a única mulher entre os 40 patronos.